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O motorista do ônibus escolar da Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae) de Jandaia do Sul, norte do Paraná, alegou à Polícia Civil que “não viu e nem ouviu” a chegada do trem. A batida aconteceu no final da manhã desta quinta-feira (9) e deixou duas meninas mortas. Elas eram alunas da instituição.

Em entrevista ao g1, o delegado Carlos Diego Paravidino, o condutor foi ouvido acompanhado de um advogado. Durante o depoimento, ele alegou que prestou socorro às vítimas, mas deixou o local do acidente com medo de ser agredido.

“Ele confirmou que não viu o trem se aproximando, e sequer ouviu barulho, mesmo após um carro ter parado do outro lado da rua. Como prestou socorro, foi liberado, o que inclusive está previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB)”.

Maquinista diz que acionou buzina

Em nota, a Rumo Logística, concessionária da linha férrea onde ocorreu o acidente, informou que “o maquinista do trem acionou a buzina para alertar sobre a travessia do trem, bem como acionou os freios quando foi surpreendido pelo veículo”.

De acordo com a Rumo, “por ser uma composição de carga de grande escala, o trem pode levar até 500 metros para conseguir parar por completo após o acionamento do freio.

Fonte: G1 Paraná