Iniciou na manhã desta terça-feira, 07, a greve do Samu. Entres os motivos da paralisação estão o descumprimento de direitos trabalhistas e a precarização de condições de trabalho. De 120 profissionais representados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (SindiSaúde), 88% aderiram a paralisação, mas em negociação com o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Samu está mantendo 50% do seu efetivo somente para serviços primários de emergência, sem transferências hospitalares.

Segundo Cleber Cândido, presidente do SindiSaúde, os profissionais pretendem continuar a greve. “Até quando resolver ou por desistência dos trabalhadores. Há quatro anos não há reajuste salarial, nem férias. Desde o ano passado, vem atrasando depósito do FGTS, as ferramentas de trabalhos ambulância sucateadas. Faz dois anos que estamos debatendo essa situação com a OZZ (empresa OZZ Saúde, contratada pela Secretaria Estadual de Saúde) e com o Estado sem evolução. Devido a tudo isso a greve foi deflagrada”, conclui Cândido.