Reposição da inflação e ganho real nos salários e valorização do Programa de Lucros e Resultados (PLR) e do piso salarial da categoria, inclusão das gestantes e puérperas afastadas para licença maternidade no PLR e manutenção das demais cláusulas sociais, de segurança no trabalho e econômicas da atual convenção coletiva de trabalho.

Estes são os principais pontos do rol de reivindicações dos mais de três mil trabalhadores que atuam em cerca de 100 empresas da indústria química da região sul do Estado, representados pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região. A categoria tem data base em 1º de agosto.

O rol de reivindicações foi entregue pelo vice-presidente do Sindicato profissional, Edson Rebelo, o Japonês, ao advogado Vladimir Demarck, assessor jurídico do Sindicato Patronal, para ser encaminhado ao novo presidente da entidade, o empresário Marcos Vefago, eleito na noite desta segunda-feira (20), mas que tinha viagem marcada para esta terça-feira(21).

Rebelo é presidente em exercício do sindicato profissional, já que o titular, Carlos de Cordes, o Dé, exerce neste mês de junho funções de 1º vice-presidente da Federação dos Trabalhadores na Indústria do Estado de Santa Catarina (Fetiesc), entidade com sede em Itapema e que representa mais de 400 mil trabalhadores da indústria estadual.

Conforme Edson Rebelo, os trabalhadores esperam que o Sinquisul, que representa os empresários químicos, tenha a mesma agilidade e dinamismo na negociação da convenção coletiva como ocorreu com os patrões do ramo plástico. “Fechamos a convenção dentro do período da data-base de forma rápida e dinâmica, de forma histórica”, disse Japonês.