Lucas Colombo / Arquivo TN

O Executivo de Treviso pagou em agosto de 2021 o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), aos servidores temporários exonerados em dezembro de 2020. Na época da demissão, os funcionários não receberam o recurso daquele ano por falta de pagamento por parte da Administração anterior.

O montante destinado ao FGTS em atraso custou aos cofres públicos, somado com multas e juros, aproximadamente R$ 200 mil. Segundo o secretário de Administração e Finanças, Ernany Moreti, o objetivo do Executivo é resolver as pendências financeiras herdadas e recuperar o crédito do município.

“Pagamos o FGTS em respeito aos servidores que dedicaram seu trabalho em prol do município. Agora, podemos emitir as certidões negativas e buscar recursos para novas melhorias, pois para pagar o valor dessa dívida, deixamos de fazer novos investimentos no município”, disse. O Executivo também parcelou o FGTS dos servidores efetivos.