O presidente do Poder Judiciário de Santa Catarina, desembargador Ricardo Roesler, em mensagem endereçada aos magistrados e servidores que retornaram nesta sexta-feira (7/01) do recesso forense, ressaltou a necessidade desta volta ao trabalho ocorrer com o menor número de colaboradores, apenas para garantir o atendimento presencial, com a manutenção prioritárias dos modelos de home office e teletrabalho, sem descuidar das medidas sanitárias, que devem ser seguidas rigorosamente também fora do ambiente de trabalho.

Isto porque, explicou o presidente do PJSC, após as festas de final de ano e com a proliferação da nova variante de alta transmissibilidade da Covid-19, a Ômicron, houve um crescimento exponencial no número de casos ativos no Estado. Somado a isso, acrescentou, também ocorre aumento dos relatos de infecções de Influenza, com especial atenção à nova cepa, a H3N2.

Para o trabalho presencial, segundo orientação da Diretoria de Saúde, o adequando é utilizar as máscaras PFF2 disponibilizadas na própria DS, as quais poderão ser solicitadas a qualquer tempo. E, além do uso de máscaras, essencial é manter o distanciamento social, o ambiente bem ventilado e a boa higiene das mãos. Diante da presença de sintomas comuns ao Covid-19 e/ou Influenza, deve ser realizado imediato isolamento, procurar atendimento médico e informar à Diretoria de Saúde através do e-mail [email protected] para as devidas orientações.

Com essas medidas, e considerando que a partir do próximo dia 10 somente pessoas vacinadas ou comprovadamente não infectadas poderão ter acesso aos prédios do PJSC, devem-se observar as condições de segurança necessárias para a manutenção do atendimento presencial dos serviços judiciários.

O Poder Judiciário de Santa Catarina, garante o presidente, segue em acompanhamento contínuo e responsável do mapa epidemiológico de todo o Estado e, se detectada a necessidade, medidas mais restritivas poderão ser adotadas. “Com essas ações, o PJSC preserva a saúde dos magistrados, servidores, membros do Ministério Público, advogados, procuradores, defensores públicos, jurisdicionados e demais usuários do sistema da Justiça e minimiza o impacto da pandemia sobre o exercício da nossa atividade-fim, que se mantém garantido”, finalizou o desembargador Ricardo Roesler presidente do Poder Judiciário de Santa Catarina.