Foto: Lucas Colombo/E.C. Próspera

O Próspera vem fazendo o “dever de casa” no Campeonato Catarinense. O Time da Raça não disputava a elite do estadual desde de 2007. No primeiro ano do retorno à Série A, a diretoria do clube, a comissão técnica e os jogadores sempre deixaram claro o principal objetivo na temporada: permanecer na principal divisão do Estado. A meta ainda não foi alcançada, mas está próxima. Porém, nas últimas três rodadas da primeira fase, o Colorado Esquadrão tem pela frente a Chapecoense, o Figueirense e o Brusque. Por isso, o discurso tem sido o de manter os pés no chão.

O Time da Raça ocupa atualmente a sétima posição na tabela, com 11 pontos, seis à frente do Metropolitano, primeiro time dentro da zona de rebaixamento. Caso vença, a Chapecoense e o Metrô e Criciúma percam na nona rodada, o Próspera se garante na Primeira Divisão de 2021.

“Viemos em um bom momento, crescendo, mas sabemos o que foi planejado, que é a permanência na Primeira Divisão. Nós jogadores viemos conversando, principalmente com os mais novos, para colocar os pés no chão. Temos três decisões pela frente e temos que encarar como uma final”, destacou o lateral Suéliton.

O jogador sabe das dificuldades da próxima rodada. O adversário é ninguém mais que a Chapecoense, líder da competição. O Verdão do Oesta também já está classificado para a segunda fase do Catarinense, o que, para Suéliton, não facilita a missão do Próspera em Chapecó.

“A Chapecoense sempre vai ser a Chapecoense. Quando eles atuam com a equipe principal é muito difícil jogar contra. Mas quando atuam com os jogadores que vem jogando menos também geram dificuldades para os adversários, como a gente tem visto no campeonato”, observou.

Por isso, conquistar um empate no Oeste catarinense não seria um resultado ruim, analisa Suéliton. “Muito importante pontuar neste jogo. Precisamos ter cautela, como temos feito na maioria das partidas, trabalhando bem a bola e quem sabe beliscar um ponto em uma partida com grande dificuldade. Assim podemos voltar para Criciúma com mais tranquilidade”, finalizou.

Lucas Renan Domingos/Portal Engeplus