Na tarde desta quarta-feira (6) o Engenheiro e Arquiteto Helmy Raul Berlink Junior esteve em Lauro Müller realizando vistoria na capela mortuária do distrito de Barro Branco. Pedido solicitado pelo prefeito Fabrício Kusmin Alves na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Criciúma.

O vereador José Antonio De Bettio (PSDB), que trabalhou para conseguir o convênio com o Governo do Estado para a realização da obra também acompanhou a vistoria e disse estar preocupado com a situação, pois a comunidade aguarda ansiosa a liberação do espaço.

Recém construída, a capela mortuária de Barro Branco não pôde ser usada pela população, pois apresenta problemas em sua estrutura. A obra foi concluída no segundo semestre de 2012.

De acordo com Helmy a obra não está condenada, porém sugeriu ao prefeito que contrate uma equipe técnica com equipamentos apropriados para fazer um laudo pericial sobre o aterro para saber qual material foi utilizado na obra e assim ter certeza do que realmente aconteceu, e o que precisa ser feito para evitar que o problema se agrave.

Ainda segundo o engenheiro, com este laudo em mãos a prefeitura deve comunicar a empresa responsável pela obra para tentar resolver o problema e só depois de feitos estes reparos, liberar o uso da capela. “A empresa contratada quando assina uma licitação assina também um documento de garantia da obra que é de cinco anos” disse o engenheiro.

O engenheiro não soube precisar qual tipo de estudo foi realizado no terreno, laudo de sondagem, cálculo estrutural, estudos que são necessários para garantir a estabilidade á construção. Um trabalho que precisa ser feito com urgência, segundo ele, é a contenção do aterro na parte lateral que esta cedendo e agravando ainda mais o problema.

Depois de vistoriar a capela mortuária do Barro Branco, a equipe realizou uma vistoria na clinica de dependentes químicos. Outra obra iniciada na administração passada e inacabada. O prefeito Fabrício busca junto aos órgãos responsáveis a elaboração de um projeto que possibilite a liberação de alvará junto á vigilância sanitária que interditou a obra.

O custo total da obra seria de R$ 1.138.916,78, sendo que a contra partida do município de R$ 284.729,78. Até o embargo da obra foram gastos aproximadamente R$ 600.000,00.

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