O colegiado de Assistência Social da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (AMREC) está em busca de regionalizar alguns serviços na área. Dois exemplos de serviços são a casa de acolhimento da mulher vítima de violência, e a residência inclusiva, espaço que acolheria pessoas com algum tipo de debilidade, que tenham menos de 60 anos e que precisem de um atendimento diferenciado.

Os assuntos voltaram à pauta essa semana, em reunião realizada de forma itinerante no Centro de Vivências do Centro Educacional Barriga Verde (Unibave) em Orleans. Conforme o presidente do colegiado e secretário de Criciúma, Bruno Ferreira, a residência inclusiva é uma necessidade que nenhum município da região tem no momento.

O presidente ainda avaliou que os encontrou são importantes para trabalhar o fortalecimento das políticas públicas e a cobranças do co-financiamento por parte do Estado. “Quando um pedido é feito pelo colegiado tem mais força, do que quando um município só”, afirmou o presidente.

O colegiado

O colegiado de Assistência Social da AMREC se reúne uma vez por mês debatendo assuntos relacionados aos 12 municípios. Bruno ainda representa as três regiões (AMREC, AMESC e AMUREL) na câmara técnica estadual, e o encontrou desta semana também serviu para os informes estaduais e o planejamento do grupo para o ano de 2022.