Foto: Facebook
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Braço do Norte completa, hoje, 60 anos de emancipação político-administrativa. A cidade, que tem uma população aproximada de 31.300 habitantes (segundo o IBGE de 2014), destaca-se pelo potencial na indústria, agropecuária e turismo rural e religioso.

Antes parte de Tubarão, Braço do Norte se emancipou em 22 de outubro de 1955. Mas a localidade começou a ser habitada muito antes disso, sobretudo em meados de 1862, quando se tornou uma colônia “espontânea” do Império do Brasil, criada sem incentivos imperiais.

Nessa época, o local recebeu colonos que estavam inicialmente instalados na Colônia de Teresópolis, assentamento criado para receber imigrantes alemães, próximo a Desterro (Florianópolis). No entanto, a região era inóspita para a plantação.

Os colonos foram, então, guiados pelo padre Guilherme Roer até a rota dos tropeiros, em busca de terras melhores para a agricultura. As famílias de 52 colonos se fixaram entre a Barra do Norte, foz do Rio Braço do Norte e a região onde hoje fica o centro da cidade.

Aproximadamente 60% da economia do município está baseada no setor moldureiro e na suinocultura. Embora o maior destaque fique por conta da moldura, no parque industrial também são produzidas bebidas, refrigerantes, doces e produtos alimentícios. Os setores de máquinas e equipamentos, têxteis e esmaltados também são destaque.

Turismo

Por conta de sua localização, entre a Serra e o Litoral, Braço do Norte se tornou um caminho turístico, passagem rumo à Serra do Rio do Rastro e do Corvo Branco.

Destaque também para o turismo rural. O Parque de Exposições Huberto Oenning é uma opção para os visitantes, com área física e coberta, pista de motocross e cancha de rodeio.

A Capela Santa Augusta, o Instituto Coração de Jesus e a Igreja Matriz são opções para quem busca turismo religioso. A Igreja de Nosso Senhor do Bom Fim, erguida na década de 1930, em estilo gótico, e a Gruta Nossa Senhora de Fátima, situada na comunidade do Azeiteiro, também merecem atenção. No caminho até a gruta, inclusive, é possível encontrar as 15 estações da Via Crucis e uma cascata.

Leia a matéria completa do jornal Diário do Sul